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segunda-feira, 20 de maio de 2019

Rock em Rondonia

O ROCK VIVE EM RONDÔNIA!

Para comprovar tudo isso, basta uma rápida olhada nos eventos que tem acontecido no Estado recentemente:


No mundo inteiro, é comum vermos celebridades musicais levantando a questão sobre a morte do rock, seja para afirmar que o gênero musical realmente está morto, seja para negar seu óbito. O fato é que cada vez que aqui em Porto Velho, ou melhor, no Estado de Rondônia, o rock vive!
Eu deveria me declarar suspeito pra falar sobre o assunto, uma vez que sou baixista da banda Os Indecentes e um dos administradores do Espaço Devaneio, ou seja, parte presente dessa cena musical e artística de Rondônia, porém, exatamente por fazer parte de tudo isso e verificar in loco o surgimento de novas bandas e a resistência de muitas outras que possuem uma bagagem de anos é que acredito que Rondônia é um dos locais em que o rock ainda vive.
Para comprovar tudo isso, basta uma rápida olhada nos eventos que tem acontecido no Estado recentemente:
No próximo final de semana, 24 (sexta – feriado) e 25 (sábado) de maio, no Parque Circuito (rebatizado de Cidade do Boto), acontece a segunda edição do Boto Rock Festival. O festival é realizado pela Fundação Cultural de Porto Velho e terá transmissão ao vivo para todo o estado pela Rede TV.
Serão 49 bandas, divididas entre as categorias, iniciante, autoral e especial, apresentando composições próprias e tributos aos clássicos do rock nacional e internacional.
Além do bom e velho rock and roll, o Boto Rock Festival trará também um palco destinado ao movimento hip hop da cidade de Porto Velho.
Sessions
Com o intuito de abrir espaços para as bandas com composições autorais na noite porto-velhense, um grupo de músicos de uniu e tem fomentado todos os Domingos, a partir das 18h, a realização do Sessions no Grego Original.
Três bandas tocam por domingo, apresentando o seu trabalho, em um movimento de parceria entre os músicos e com apoio do Grego Original para fortalecimento da cena cultural de Porto Velho.
Rondon Rock Festival
Em Ji-Paraná, a Fundação Cultural do município também já confirmou a terceira edição do Rondon Rock Festival, as inscrições estarão abertas a partir de 1º de junho, a edição anterior levou músicos e público do Estado todo para Ji-Paraná e a próxima edição promete ser ainda melhor, uma vez que o festival será aberto para bandas de outros estados também.

Com toda essa movimentação, é impossível negar que o rock vive em Rondônia, portanto, ao público fã deste seguimento musical ou simplesmente consumidor de cultura de um modo geral, deixo aqui um apelo para que prestigie a produção cultural rondoniense, não só o rock, não só musical, mas as variadas linguagens artísticas que compõe nossa cultura.


Fonte: Renato Gomez - NewsRondônia

sexta-feira, 10 de maio de 2019

MÚSICA

Livro de Cannibal registra as letras produzidas em 30 anos de banda
Livro de Cannibal registra as letras produzidas em 30 anos de bandaFoto: Arthur de Souza/Arquivo Folha
"Venha aqui no Alto, para a gente conversar". O convite é repetido sempre que alguém quer saber mais sobre a banda Devotos ou sobre ele, Marconi de Souza Santos, conhecido internacionalmente pelo codinome Cannibal.
Graças ao trabalho do grupo, junto com o de outras bandas que fizeram o Recife fervilhar a partir da década de 1990, o Alto José do Pinho passou a ser identificado como um celeiro musical e cresceu em autoestima. "Até os anos 1980, só falavam que aqui era violento. A gente tem conseguido quebrar esse estigma", atesta Cannibal, que desde que nasceu vive no Alto, uma das subdivisões de Casa Amarela, na zona norte do Recife.

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Apesar da quantidade de bandas ter diminuído, o artista percebe uma retomada e persistência na produção local, o que se estende para outros campos além da música, como a poesia, o teatro e asações sociais, a exemplo da reciclagem e conscientização realizadas pelo grupo AltoSustentável.  Cannibal está lançando, neste sábado (1º), a partir das 16h, o livro "Música para o povo que não ouve", que reúne as letras de todas as canções compostas para a banda ao longo de trinta anos de existência. O evento acontece junto com um show da Devotos na rua Severino Bernardino Pereira, a principal do Alto. 

"Até hoje, vem gente me dizer que gosta da música que a gente faz, mas não entende o que estou cantando", ri Cannibal. O jeito próprio de se interpretar hardcore (com gritos e sons guturais) explica a dificuldade. "A gente faz os shows na rua e as pessoas vêm e dizem, 'gosto muito do seu som, mas o instrumental é alto, é uma gritaria, não ouvi nada, não assimilei'... É algo muito constante. Então, pensando nisso, resolvi registrar as letras para as pessoas poderem ler em separado, como se fosse poesia. Para todo mundo poder ver que ali tem, sim, uma mensagem", explica. 



O livro foi concebido pelo próprio Cannibal, em parceria com o designer e fã de rock Marcus AsBarr, amigo de longa data. 

Cada aspecto foi cuidadosamente pensado. 
O título - um verso pinçado de um trecho do disco de 2006, "Informações para o povo que não lê / Música para o povo que não ouve / Fé para quem é de candomblé / Flores para mudar o homem". 

A tipografia e as imagens - cujas estéticas remetem aos zines dos anos 1980, com textos datilografados manualmente e fotos xerografadas. 

A capa - que remete à capa de um vinil compacto, incluindo até mesmo "marcas" da passagem de tempo. 

A editora escolhida - a Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), pelo espaço diferenciado que oferece à cultura pernambucana. 

O local do lançamento, num evento aberto no Alto José do Pinho - uma exigência inegociável. 

E até o valor - R$ 30, muito abaixo do praticado no mercado em se tratando de um livro de arte. 
Símbolo de resistência, Cannibal é fonte de inspiração dentro e fora do Alto José do Pinho
Símbolo de resistência, Cannibal é fonte de inspiração dentro e fora do Alto José do Pinho - Crédito: Arthur de Souza/Arquivo Folha
Na ativa desde 1988, o trio formado junto com Cello Neilton vem comemorando o espaço que conquistou através da arte: em 2018, houve uma grande exposição com as telas e desenhos de Neilton, que ilustraram capas e shows, seguido pelo lançamento de um catálogo; foi produzido um novo videoclipe em animação; e ainda em setembro, será lançado "O fim que nunca acaba", o mais novo álbum da banda. 
"Fazia muito tempo que eu queria lançar este livro, e não planejamos para acontecer tudo ao mesmo tempo. Mas é bom que seja assim", admite Cannibal.

Para o baixista e cantor, o livro é mais que um registro, uma forma de 'passar a régua' na produção. "Eu não sei dizer se vai vender bem, mas quis lançar na rua, para que a comunidade veja que a gente que é da periferia também pode escrever. A gente pode contar nossa história, e não só através da música, mas por meio de literatura, cinema, fotografia. De tudo que for transformador não só pra gente, mas pra sociedade. Porque aí, quem sabe, um dia, um guri daqueles que vai estar lá, assistindo, vai querer escrever um livro também".
Cannibal prossegue, emocionado: "minha filha Vitória tem oito anos e começou a acompanhar o processo de produção desse livro. E de repente começou a escrever, desenhar e guardar os papeis. Eu fui saber, 'O que você está fazendo, filha?' E aí ela me contou que está fazendo um livro dela".

Serviço:Lançamento do livro "Música para o povo que não ouve" (Editora Cepe, 195 páginas, R$ 30), seguido por show ao vivo da banda Devotos
Neste sábado (1º de setembro), a partir das 16h
rua Severino Bernardino Pereira, s/n - Alto José do Pinho
Livro de Cannibal registra as letras produzidas em 30 anos de banda
Livro de Cannibal registra as letras produzidas em 30 anos de banda

quinta-feira, 9 de maio de 2019

Brasil falido - Boko Haram exploda nosso presidente por favor




Boaventura de Sousa Santos: “Moro veio a Portugal mostrar que não há um estado de Direito no Brasil neste momento”


Entrevista de Bárbara Lobo, no Nocaute
Em entrevista exclusiva ao Nocaute, o sociólogo português Boaventura de Sousa Santos* conversou com Bárbara Lobo, correspondente do blog em Portugal. Boaventura falou sobre o governo Bolsonaro, o qual chamou de “pesadelo”, da ascensão da extrema-direita no mundo, impulsionada pela vitória de Trump e da visita de Sergio Moro a Portugal. “Moro é um magistrado fraudulento, treinado pela CIA para entregar a soberania do Brasil”.




Boaventura de Sousa Santos* nasceu em Coimbra, em 15 de Novembro de 1940. É Doutorado em Sociologia do Direito pela Universidade de Yale (1973) e Professor Catedrático Jubilado da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e Distinguished Legal Scholar da Universidade de Wisconsin-Madison. Foi também Global Legal Scholar da Universidade de Warwick e Professor Visitante do Birkbeck College da Universidade de Londres. É Diretor do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra e Coordenador Científico do Observatório Permanente da Justiça Portuguesa.

#bombUSAplease
#EIwhereRyou??

sexta-feira, 26 de abril de 2019

Musica

Dead Kennedys cancela turnê no Brasil após pôster polêmico

Segundo a banda, 'ações estúpidas foram tomadas e que fizeram com que os pregadores de ódio se manifestassem por todos os lados'

26 ABR2019
Após repercussão de pôster que anunciava turnê da banda Dead Kennedys no Brasil, a banda divulgou comunicado informando o cancelamento dos show no País.
Segundo o texto, "ações estúpidas foram tomadas e que fizeram com que os pregadores de ódio se manifestassem por todos os lados." A banda afirmou que apesar de ter aprovado a arte do pôster feita pelo ilustrador brasileiro Cristiano Suarez e que concordaram com a ideia, "as consequências criaram uma situação bastante perigosa para nossos fãs que frequentam nossos shows. Nós nunca colocamos nosso público em risco, visto que isso não representa o que somos.
O texto ainda informa que os valores que foram repassados para produção da turnê serão doados para instituições de caridade.

Leia na íntegra:

"Ok Pessoal; o promotor no Brasil realmente não soube como gerenciar as coisas da forma correta. Sem nos contatar sobre o assunto, ações estúpidas foram tomadas e que fizeram com que os pregadores de ódio se manifestassem por todos os lados. Mesmo assim, nós consideramos que o pôster ficou bem legal e nós concordamos com a ideia; as consequências criaram uma situação bastante perigosa para nossos fãs que frequentam nossos shows. Nós nunca colocamos nosso público em risco, visto que isso não representa o que somos. Por esta razão, infelizmente estamos bastante tristes em informar que a banda não mais poderá tocar no Brasil este ano; sentimos que esta é realmente a única alternativa de manter as pessoas seguras. Nós faremos uma doação da porcentagem dos rendimentos que nos foram antecipados para uma instituição de caridade. -Dead Kennedys"

O pôster

Na ilustração divulgada pela produtora EV7 Live, responsável pelo evento, há uma família vestida de palhaço, usando a camiseta da Seleção Brasileira e segurando armas.
Cartaz da turnê do Dead Kennedys no Brasil.
Cartaz da turnê do Dead Kennedys no Brasil.
Foto: Instagram / Estadão Conteúdo
Em inglês, um dos filhos diz: "Amo o cheiro de pobres mortos pela manhã." Ao fundo, aparecem favelas em chamas e à frente tanques de guerra.
A banda de hardcore iria se apresenta nos dias 23/4, no Circo Voador (RJ), 25/4 no Tropical Butantã (SP), 26/4 no Toinha Brasil Show (BSB) e 28/4, no Mister Rock (BH).

Jornal da USP

Música é alternativa para crise no ensino

Entender a cultura e os gostos musicais dos alunos pode abrir portas para a educação
Por  - RÁDIO USP



Identificar quais aspectos poderiam ser mais efetivos na formação de crianças e adolescentes é um tema recorrente na pesquisa em educação no País. Os jovens parecem ter cada vez menos interesse nos assuntos escolares, e conhecer a cultura que os envolve é fundamental. O professor Adilson Citelli, da Escola de Comunicações e Artes da USP, comentou sobre os possíveis usos da música no ensino.

O professor ressaltou a importância de conhecer os gostos culturais dos alunos, além de trazer assuntos de fora para dentro da escola como forma de estabelecer uma conexão com a realidade dos estudantes. Citelli também destacou a influência que a música tem na vida dos jovens, que frequentemente passam mais tempo ouvindo seus artistas favoritos do que se dedicam aos estudos.

sexta-feira, 19 de abril de 2019

Garagem - Bart Beats

Seguimos do covil do batera.

Projeto Bart Beats de Rodolfo Bartolo.

https://www.facebook.com/portovelhocaos/videos/428477844583859/


segunda-feira, 15 de abril de 2019

Bienal de Cuba



A Bienal de Havana, em Cuba, já começou. O evento artístico mais importante de Cuba foi criado pelo governo comunista do país, em 1984, para promover artistas do mundo, especialmente os da casa.
De 12 de abril a 12 de maio, podem ser encontradas obras de mais de 300 artistas contemporâneos de 52 países, por toda a capital da ilha das Caraíbas.
Os objetos estão espalhados pela cidade, em vários museus, exposições e espaços ao ar livre.
A atração principal é a avenida de Malecon, à beira-mar, que é transformada numa galeria."Está tudo em constante diálogo com a simbologia desta avenida", contou um cubano à Reuters.
A Bienal coincide com a celebração dos 500 anos de Havana.

Rock em Rondonia

O ROCK VIVE EM RONDÔNIA! Para comprovar tudo isso, basta uma rápida olhada nos eventos que tem acontecido no Estado recentemente: N...