Pvhcaos - AO VIVO

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Metal benéfico pra sua saúde

NOVO ESTUDO AFIRMA QUE OUVIR METAL É BENÉFICO PARA CÉREBRO HUMANO

fonte wikimetal.com.br
Novo estudo afirma que ouvir Metal é benéfico para cérebro humano

Cientistas australianos descobriram que gênero musical diminui nível de estresse

Um estudo da Universidade da Austrália, publicado em uma edição recente do Jornal da Comunidade de Psicologia, sugere que os fãs de Metal são calmos — oposto do que é dito pelo o senso comum. A descoberta foi apontada pela versão australiana da Noisey.
Escrito pelos psicólogos australianos Paula Rowe e Bernard Guerin, a pesquisa intitulada “Contextualizing the Mental Health of Metal Youth: A Community for Social Protection, Identity, and Musical Empowerment” (“Contextualizando a Saúde Mental da Juventude do Metal: Uma Comunidade para Proteção Social, Identidade e Empoderamento Musical”, em tradução livre) teve 28 fãs de Metal da Austrália entrevistados, sendo 23 homens e cinco mulheres. Baseados nas discussões, os pesquisadores descobriram que a identidade metaleira e a comunidade da música os ajudaram a prevenir problemas de saúde mental.
CONCURSO CULTURAL WIKIMETAL: PARTICIPE E GANHE UM KIT DAS MAIORES BANDAS DE METAL
Na pesquisa, Rowe e Guerin apontaram quatro fatores que conectam o perfil mental dos entrevistados: sofrer bullying na escola; sentir que a música ajudava a diminuir a raiva; ter um sentimento de comunidade, online ou offline; dizer que as identidades metaleiras os ajudavam a afastar os problemas e a se conectar com outros fãs.
Na conclusão, disseram: “Ao falar repetida e diretamente com jovens fãs de metal, foi descoberto que as identidades musicais os ajudam a superar o estresse de ambientes desafiadores e a construir personalidades e comunidades fortes, o que diminui o potencial de desenvolvimento de problemas mentais.”
Apesar da amostra utilizada por Rowe e Guerin ser pequena e, por isso, o estudo não poder ser classificado como “definitivo”, é um bom sinal para os fãs de Metal. Você pode ler a pesquisa na íntegra, em inglês, aqui.

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Plástico

Os microplásticos já chegaram ao intestino humano

Um estudo-piloto demonstra que as fezes das pessoas de vários países continham partículas de uma dezena de plásticos.


PlásticoAmpliar foto
Pequenos fragmentos de plástico, dispersos entre na da praia. NOAA
Amostras de fezes de pessoas de países tão distantes e diferentes como o Reino Unido, Itália, Rússia e Japão continham partículas de policloreto de polivinila (PVC), polipropileno, polietileno tereftalato (PET) e até uma dúzia de plásticosdiferentes. Embora este seja um estudo-piloto com um pequeno grupo de pessoas, a diversidade geográfica dos participantes e os tipos de plásticos identificados leva os autores da pesquisa a destacar a urgência em determinar o impacto desses materiais na saúde humana.
Desde os anos 60 do século passado a produção de plásticos cresceu quase 9% a cada ano. Só em 2015, foram produzidas 322 milhões de toneladas, segundo dados da ONU. Mais cedo ou mais tarde, grande parte desse plástico acaba no meio ambiente, principalmente nos mares: cerca de oito milhões de toneladas por ano. A ação da água, microrganismos e a luz do sol gradualmente degradam o plástico até reduzi-lo a pequenas partículas de algumas micras de comprimento (um mícron equivale a um milésimo de milímetro). Algumas são tão pequenas que o plâncton microscópico as confunde com comida. Até recentemente, as microesferas presentes em vários produtos cosméticos não precisavam da erosão para se tornar um problema, mas a sua remoção progressiva dos produtos está minimizando seu impacto.
O resto da história é conhecido: o peixe grande come o pequeno. Era uma questão de tempo até que o plástico criado pelos humanos retornasse a eles. O estudo, apresentado na terça-feira em um congresso de gastroenterologia que está sendo realizado em Viena (Áustria), contou com a participação de oito voluntários do mesmo número de países, entre os quais estão, além dos mencionados, Finlândia, Polônia, Holanda e a própria Áustria. Durante uma semana eles tiveram que comer e beber como de costume, anotando tudo o que ingeriam, se era fresco e o tipo de embalagem da comida. Depois disso, pesquisadores da Universidade Médica de Viena e da agência estadual do meio ambiente do país dos Alpes coletaram amostras de suas fezes.
Os resultados mostram que, dos 10 plásticos pesquisados, nove foram encontrados. Os mais comuns eram o propileno, básico em embalagens de leite e sucos, e o PET, com o qual é feita a maioria das garrafas plásticas. O comprimento das partículas variou entre 50 e 500 micra. E, em média, os pesquisadores encontraram 20 microplásticos para cada 10 gramas de matéria fecal. De acordo com o diário dos participantes, sabe-se que todos consumiram algum alimento embalado e pelo menos seis comeram peixe. Mas a pesquisa não conseguiu determinar a origem das partículas encontradas nas amostras.
Pesquisadores encontraram 20 microplásticos para cada 10 gramas de matéria fecal
"É o primeiro estudo deste tipo e confirma o que suspeitamos há algum tempo, que os plásticos chegam ao intestino", disse em nota o gastroenterologista e hepatologista Philipp Schwabl, da Universidade Médica de Viena, principal autor do estudo. "Embora em estudos com animais a maior concentração de plásticos tenha sido localizada no intestino, as menores partículas de microplástico podem entrar na corrente sanguínea, no sistema linfático e até alcançar o fígado", acrescenta, concluindo que é urgente investigar o que isso implica para a saúde humana ".
Um relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação (FAO) de 2016 coletou dados sobre a presença de microplásticos na vida marinha: até 800 espécies de moluscos, crustáceos e peixes já sabem o que é comer plástico. Embora a grande maioria das partículas permaneça no sistema digestivo, uma parte do peixe que é descartada pelos humanos, existe o risco de ingestão nos casos em que é comido por inteiro, como mariscos, bivalves ou peixes menores. Além disso, um estudo publicado pelo Greenpeace na semana passada mostrou que, particularmente na Ásia, a grande maioria do sal marinho para uso doméstico continha microplásticos.
A ciência ainda não determinou o limite a partir do qual a ingestão de microplásticos pode ser nefasta para os humanos
Mas a questão que a ciência ainda deve responder é qual a quantidade ingerida de plástico que pode ser um problema para a saúde humana. Aqui, existem dois riscos: por um lado, o impacto da presença física das partículas de plástico e, por outro, a possível toxicidade de seus componentes químicos. Em meados do ano, pesquisadores da Universidade Johns Hopkins (EUA) publicaram uma revisão do que se sabe sobre os microplásticos no mar e seus possíveis riscos para a saúde humana. Um dos estudos estima que os seres humanos podem engolir até 37 partículas de plástico por ano procedentes do sal marinho. Não parece muito e menos ainda se acaba sendo expelido do corpo. Mas eles também notam que uma pessoa que goste muito de frutos do mar pode comer até 11 mil partículas em um ano.

FONTE 
ELPAIS

terça-feira, 16 de outubro de 2018

Parentada


Usando a palavra certa pra doutor não reclamar

Devo deixar claro que o termo “parente” é usado pelos indígenas para se referir a todos os seres, humanos ou não
ASSESSORIA
15 de Outubro de 2018 às 08:30
Usando a palavra certa pra doutor não reclamar


Quero refletir sobre os equívocos que cercam a palavra “índio”. Faço uma provocação e tenho certeza de que muitas pessoas, especialmente professores, ficam “com a pulga atrás da orelha” – quando isso acontece, alcanço meu objetivo. A inquietação, afinal, é já um princípio de mudança. Incomodar-se com os saberes engessados em nossa mente ao longo dos séculos é uma atitude sábia de quem se percebe parte do todo. É fundamental que todo educador saiba que sua principal atitude deve ser sempre como a de um rio em movimento. Água parada apodrece e perde seu encanto, afastando a vida de seu leito. O educador tem que estar sempre em processo de aprendizado para que possa cumprir sua tarefa de educar para a liberdade.A palavra “índio” evidencia, às vezes, um quê de inocência por parte de quem a usa. Mas há quem a utilize conscientemente, sabendo que se trata de uma atitude política. No início dos anos 1970, o movimento indígena empregou o termo como uma forma de mostrar consciência étnica. Antes disso não havia uma consciência pan-indígena entre os povos nativos; eles eram grupos isolados em suas demandas políticas e sociais, cada um lutando por suas próprias necessidades de sobrevivência.

Somente depois que começaram a se encontrar, durante as famosas Assembleias Indígenas – patrocinadas pela igreja católica, através do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) –, é que as lideranças passaram a ter clareza de que as questões de seus respectivos grupos eram comuns a todos. A partir de então, o termo “índio” passou por uma interessante ressignificação política. Notem, no entanto, que foi um termo usado pelos indígenas em sua relação política com o Estado brasileiro, e cada grupo continuou a se chamar pela própria denominação tradicional – quando muito, membros de diferentes etnias lançavam mão da palavra “parente” para se referirem uns aos outros.
Aqui caberia outra reflexão, que já foi feita em alguns trabalhos anteriores, nos quais discorri sobre a compreensão indígena da natureza. Devo deixar claro que o termo “parente” é usado pelos indígenas para se referir a todos os seres, humanos ou não. Chamar alguém de parente é colocá-lo numa rede de relações que se confunde com a própria compreensão cosmológica ancestral. Mesmo na língua portuguesa podemos observar que se trata de uma palavra que une concepções (par + ente) ligadas à ideia de que dois ou mais seres se juntam numa rede consanguínea. Do ponto de vista indígena, isso vai além da consanguinidade e se insere numa cosmologia cuja crença coloca todos os seres – todos os entes – numa mesma teia. Somente nesse contexto é possível compreender a intrínseca relação dos indígenas com a natureza. Isso é, no entanto, assunto para outra conversa.

Até aqui, tenho usado outras palavras para me referir aos povos ancestrais. Ora uso “nativo”, ora “indígena”. Qual seria a certa? Ambas estão corretas quando a ideia é indicar uma pessoa pertencente a um povo ancestral. Agora, por incrível que possa parecer, não há relação direta entre “índio” e “indígena”, embora o senso comum tenha sempre nos levado a crer nisso. Basta uma olhadela num bom dicionário que logo se perceberá que há variações numa e noutra palavra. No duro mesmo, os dicionários têm alguma dificuldade para definir o termo “índio” – quando muito, dizem que é como foram chamados os primeiros habitantes do Brasil.

Isso, no entanto, não é uma definição, e sim um apelido – e apelidos são dados àqueles que parecem ser diferentes de nós ou ter alguma deficiência que pensamos não ter. Assim, vemos que não há conceitos relativos ao termo “índio”, apenas preconceitos: selvagem, atrasado, preguiçoso, canibal, estorvo, bugre... Foi carregando essas visões equivocadas que a palavra chegou aos nossos dias.
Por outro lado, o termo “indígena” significa “aquele que pertence ao lugar”, “originário”, “original do lugar”. Nesse sentido, sou um indígena Munduruku, e com isso quero afirmar meu pertencimento a uma tradição específica, com todos os aspectos positivos e negativos que essa tradição carrega – e deixar claro que a generalização é uma forma grotesca de tratar alguém, pois empobrece sua experiência de humanidade; no caso, desqualifica o estilo de vida dos diversos povos indígenas, e isso não é justo ou saudável.

Outra palavrinha traiçoeira e corriqueiramente usada para identificar os povos indígenas é “tribo”. É comum, por exemplo, as pessoas me abordarem com a pergunta: qual é a sua tribo? Sei que a questão só vai ser resolvida mediante muita explicação, ao longo de muito tempo. Daí a importância da Lei nº 11.645/2008 no sentido de fazer chegar uma nova versão do termo na cabeça dos estudantes brasileiros. Mas, afinal, o que tem de errado com ele? Respondo: a antiga ideia de que nossos povos são dependentes de outro, maior.

A palavra “tribo” está inserida na noção de que somos pequenos grupos que, incapazes de viver sem a intervenção do Estado, se encontram sob o domínio de um senhor, ao qual se deve reverenciar. Observem que essa é a lógica colonial, a lógica do poder, da dominação. É, portanto, um tratamento jocoso para povos tão gloriosos que deveriam ser tratados como nações, uma vez que têm autonomia suficiente para viver de forma independente do Estado brasileiro. É claro que não é isso que se deseja, mas seria fundamental que os grupos ao menos fossem referidos como povos, cujos representantes são embaixadores de suas comunidades.

“Povo”, esse é o termo que deveria ser usado. Um povo tem como característica suas independências política, religiosa, econômica e cultural. Nossa gente indígena tem isso de sobra e, ainda que estejamos vivendo “à beira do abismo”, podemos afirmar com convicção que somos povos íntegros em sua composição e que queremos estar a serviço do Brasil – e não ser considerados um estorvo para o desenvolvimento nacional. Pensar assim é alimentar o preconceito.

Por fim: os “índios” são brasileiros? Que tal desentortar o pensamento e inverter a pergunta? Ou seja: serão os brasileiros “índios”? Será que a ordem dos fatores altera o produto? Não saberia dizer, mas o que observo é que há um abismo entre o ser e o não ser, ou entre o não ser e o ser. E, nesse duelo, os indígenas têm levado a pior.

Daniel Munduruku é um escritor indígena brasileiro, autor de 50 livros para crianças, jovens e educadores. Recebeu diversos prêmios no Brasil e no exterior, entre eles, o Prêmio Jabuti, o Prêmio da Academia Brasileira de Letras e o Prêmio Tolerância (Unesco). É graduado em filosofia, com licenciatura em história e psicologia, doutor em educação pela Universidade de São Paulo (USP) e pós-doutor em literatura pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Notícia

Como o aquecimento global pode levar à falta de cerveja no mundo

sábado, 6 de outubro de 2018

No Grego é Rock

Transmissão exclusiva
Porto Velho Caos - Baixe no app portovelhocaos ou acesse portovelhocaos.com.br
Música de Verdade
É HOJE!!

 Tributos System Of A Down + Nirvana no GREGO original após as 23h

Ingressos:
✔Pista $30 (compre 4 ingressos E ganhe a reserva de mesa)
✔Camarote $40

Pontos de vendas:
✔Júnior Sun (centro e PVH Shopping Informações)

Mesas e informações: 99957-7738


Desabafo

A sacanagem continua

fnte : http://www.tse.jus.br/o-tse/escola-judiciaria-eleitoral/publicacoes/revistas-da-eje/artigos/revista-eletronica-eje-n.-4-ano-3/voto-nulo-e-novas-eleicoes


É importante que o eleitor tenha consciência de que, votando nulo, não obterá nenhum efeito diferente da desconsideração de seu voto. Isso mesmo: os votos nulos e brancos não entram no cômputo dos votos, servindo, quando muito, para fins de estatística. 

O Tribunal Superior Eleitoral, utilizando a doutrina de Said Farhat3, esclarece que “Votos nulos são como se não existissem: não são válidos para fim algum. Nem mesmo para determinar o quociente eleitoral da circunscrição ou, nas votações no Congresso, para se verificar a presença na Casa ou comissão do quorum requerido para validar as decisões4.”.


Metal benéfico pra sua saúde

NOVO ESTUDO AFIRMA QUE OUVIR METAL É BENÉFICO PARA CÉREBRO HUMANO fonte wikimetal.com.br Cientistas australianos descobriram que g...