Pvhcaos - AO VIVO

quinta-feira, 29 de março de 2018

Wikimetal


Iggor Cavalera, membro fundador do Sepultura e atualmente no Cavalera Conspiracy e no projeto eletrônico Mix Hell, participou de uma releitura de “Que País é Este”, da banda brasiliense Legião Urbana.
A Universal Music lançou uma versão do hit, gravado por um time de músicos de estilos variados: Iggor Cavalera, Tales da banda de Reggae Maneva, Badauí e Luciano do CPM 22, Mc Zaak famoso pela participação na música “Vai, Malandra” da Anitta e a cantora Pop, Clau.
“Queríamos fazer um paralelo do Brasil de ontem com o de hoje e juntamos um time de artistas que se aproximava mais pela identificação com as letras do Renato, do que pelo segmento musical” conta Miguel Afonso, gerente artístico da gravadora. “A força da canção de Renato Russo nos motivou a criar um ambiente de renovação do catálogo do compositor por sua importância histórica, tanto como vocalista e líder de uma dos maiores grupos do Rock brasileiro de todos os tempos, o Legião Urbana,
quanto, com a força individual de um artista completo” emenda Alice Soares, idealizadora do projeto e gerente de marketing estratégico da Universal Music.
Renato Russo, vocalista do Legião Urbana, completaria 58 anos este ano se estivesse vivo. O cantor faleceu em 1996 devido a complicações relacionadas a AIDS.
Juntamente com a música, foi lançado também um documentário que pode ser assistido abaixo.


Meu Filme de Nazaré a Jamari

Acompanhe esse passeio com o Professor Dinho Reis Azeredo da Silva Altomar Rodrigues Tacacá Cabral

A amazônia Rondoniana intocada

Combate Racismo Ambiental



Proprietário da Fazenda São Francisco fechou acesso utilizado por indígenas há décadas com cercas e arames
O Ministério Público Federal no Espírito Santo (MPF/ES) ajuizou ação civil pública contra o proprietário da Fazenda São Francisco, localizada no município de Aracruz, para que seja declarado o usucapião de direito real de passagem pelo local em favor da Comunidade Indígena Tupiniquim de Comboios.
A ação foi necessária após relatos apresentados ao MPF de que a passagem utilizada historicamente pelos indígenas para chegar à Vila do Riacho, que era livre, estaria obstruída por cercas divisórias da Fazenda São Francisco. Dessa maneira, nenhum tipo de veículo pode chegar até a beira do Rio de Comboios e o único acesso possível seria a pé – e, ainda assim, os indígenas teriam que passar por cima das porteiras trancadas e aramadas.
Histórico. A Comunidade Indígena de Comboios utiliza a Fazenda São Francisco como passagem para a Vila do Riacho há muito anos, pelo menos desde o fim da década de 1970. Em 1979, três áreas da região foram declaradas como terras de ocupação tradicional do povo Indígena Tupiniquim: Comunidades Tupiniquim de Caieiras Velhas, Pau Brasil e de Comboios.
“A Vila do Riacho, que é acessada pela Fazenda São Francisco, sempre foi importante referência para a comunidade. Lá é que são enterrados seus mortos, que os jovens frequentam o Ensino Médio, que é vendida a farinha produzida pela comunidade e que eles fazem suas compras no comércio local”, diz a ação.
O trânsito de pessoas entre a terra indígena Comboios continua intenso nos dias atuais, sendo que a maior parte dele é feito pelas passagens localizadas ao norte da Fazenda São Francisco, tendo em vista que por ela é possível a entrada de veículos até a margem do Rio de Comboios, de onde atravessam em pequenos barcos.
No entanto, para as famílias indígenas que residem na denominada Comboios de Baixo, a utilização dessas passagens ao norte significa um aumento considerável do percurso que sempre fizeram, pois se faz necessário subir o Rio Comboios em barcos ou caminhar pela entrada de terra por uma distância média de dois quilômetros até o local onde chegam os veículos, para daí partirem até a Vila do Riacho.
Nesse sentido, o MPF pede a reintegração de posse, em favor dos indígenas, com a desobstrução completa do caminho, retirando-se as cercas, cancelas, porteiras, arames e objetos que impeçam ou dificultem a passagem, além da expedição de mandado ao Cartório de Registro de Imóveis competente para inscrição da usucapião de direito real de passagem sobre o imóvel atualmente ocupado pelo réu.
Ação civil 0006318-97.2018.4.02.5004.

segunda-feira, 26 de março de 2018

Paralisação Transporte Público em Porto Velho - RO

Trabalhadores do transporte público de Porto Velho entraram em greve desde as primeiras horas da manhã desta segunda-feira (26).

Segundo informações, a categoria exige que o Prefeito cumpra a lei e retire os táxis compartilhados de circulação.

Diversos ônibus ficaram parados na Avenida 7 de Setembro, logo no início da paralisação. A greve é por tempo indeterminado. 

Houve confronto de taxistas e motoristas de ônibus. Veja o vídeo.





sexta-feira, 23 de março de 2018

Educação continua em greve em Rondônia.

GOVERNO DE RO não atende aos professores, continua sem negociação.

Alimentação

Larissa Leiros Baroni Do UOL, São Paulo

Está com tosse? Chocolate pode ser um remédio, apontam estudos 


O poder do chocolate está em uma substância chamada teobromina Se você está com tosse e não sabe mais como se livrar desse incômodo, coma um chocolate. Estudos apontam o alimento como um inibidor mais eficaz que o caseiro chá de mel com limão [que as vovós nos desculpem] e até que muitos medicamentos. Mas não para todo o tipo de tosse.  O poder do chocolate está em uma substância chamada teobromina. Segundo pesquisadores da Imperial College London, o ingrediente é capaz de suprimir a atividade do nervo vago, responsável por causar as tosses, e se mostrou quase um terço mais eficiente do que a codeína --uma das principais substâncias dos xaropes. Sem contar que, de acordo com os cientistas ingleses, a teobromina produz menos efeitos colaterais do que os tratamentos convencionais, que, em geral, deixam os pacientes sonolentos.

Uma outra pesquisa desenvolvida por Alyn Morice, chefe de estudos cardiovasculares e respiratórios da Universidade de Hull, na Inglaterra, e membro fundador da Sociedade Internacional do Estudo da Tosse, mostrou ainda que o chocolate pode ser melhor para acalmar as crises de tosse do que o mel com limão, principalmente pela sua textura que ajuda a proteger as terminações nervosas da garganta.

E na prática? A eficiência do chocolate também é comprovada na prática, como destaca Cícero Matsuyama, otorrinolaringologista do Hospital CEMA, que costuma receitar o chocolate como "tratamento" a alguns de seus pacientes. "As substâncias do cacau beneficiam tanto o funcionamento do sistema respiratório como do sistema nervoso central", explica o especialista, que recomenda cautela. Isso porque o uso do chocolate, a depender do tipo da tosse, pode intensificar o problema ao invés de resolvê-lo. "Para tosses originadas por refluxo gastroesofágico, por exemplo, o chocolate só tende a piorar o quadro", explica Matsuyama. "O chocolate só funciona bem em tosses causadas por irritação das vias respiratórias." Tipo de tosse que, segundo o otorrinolaringologista, é acompanhada por corizas, nariz entupido, dor no corpo, mal-estar e febre. "Já as tosses ligadas a refluxos são mais secas, acontecem com mais frequência na parte da manhã e, em geral, estão relacionadas ao exagero na ingestão de certos tipos de comidas e bebidas", compara Matsuyama. 

Mas, na dúvida, segue a recomendação padrão: procure um médico. E, aos pacientes com tosses causadas por irritação respiratória e liberados a comer chocolate, cuidado com os exageros. "Não é preciso comer uma barra toda para que se tenha o efeito esperado. Basta comer pequenos pedaços umas três vezes ao dia", sugere Matsuyama. Além disso, segundo ele, não é todo tipo de chocolate que ajuda. Dê preferência aos chocolates em barra e mais amargos [por possuírem uma maior concentração de cacau]. De qualquer forma, o chocolate sozinho também não faz milagres. De acordo com o especialista, alimentos líquidos [como chás, sucos, hidratantes isotônicos e água] podem ser úteis também para fluidificar as secreções e diminuir a quantidade de muco. "Os alimentos doces --como os xaropes caseiros-- também podem ajudar a diminuir a irritação na garganta, proporcionando alívio e diminuindo a frequência e intensidade da tosse", completa ele, que diz que casos de tosse devem ser investigados se durarem mais de 3 semanas. 

quarta-feira, 21 de março de 2018

Música

UOL


Pearl Jam divulga pôster de show no Rio com tucano armado: "Homenagem às favelas"

O Pearl Jam tem uma tradição de produzir um pôster para cada local onde faz seus shows - a exemplo de outras bandas, como   Foo Fighters.    Nesta quarta-feira, dia do show no Maracanã, no Rio de Janeiro, o grupo divulgou nas redes sociais

um cartaz para a apresentação e dedicou "às pessoas das favelas da cidade". A imagem traz em primeiro plano um tucano armado, com um fio amarrado ao bico para efetuar os disparos, além de outras aves também com armas. No fundo, uma favela.

Em uma nota referente ao pôster, assinado pelo responsável pela imagem, o artista Ravi Zupa, é explicado que "essa obra é uma homenagem ao Rio de Janeiro - em particular às pessoas das favelas da cidade, que, apesar da desigualdade obscena, encontram formas de construir uma cidade nas encostas dos morros."

KikA Castro

Fonte https://kikacastro.com.br/2018/03/21/resenha-livro-casa-do-ceu/

‘A Casa do Céu’: otimismo e fé são ferramentas de sobrevivência
Enquanto eu lia “A Casa do Céu”, especialmente as páginas mais finais, só me pegava pensando: “Como ela saiu dessa? Espero, de verdade, que hoje esteja bem”. Eu sabia que Amanda Lindhout, a autora, tinha sobrevivido ao sequestro na Somália — afinal, ela tinha que estar bem, inclusive psicologicamente, para conseguir escrever este livro, cinco anos depois. Quis interromper a leitura várias vezes para acessar o Google e me certificar de que hoje ela estaria saudável e feliz. Mas não fiz isso: fui me submetendo a cada uma das 445 páginas, cheias de suspense e algumas bem difíceis de suportar, com as descrições detalhadas de como Amanda foi torturada e estuprada várias e várias vezes por seus captores. Amanda e Nigel quando eram apenas amigos aventureiros, antes de serem capturados na Somália em 2008.
 Apesar desse suplício, “A Casa do Céu” não é um livro difícil de ler. Não é tampouco um livro que trata apenas de dor. Por incrível que pareça, trata também de compaixão, perdão e tolerância e resiliência. A casa do céu é o refúgio que Amanda criou em sua mente para suportar o sofrimento que viveu em várias outras casas pelo interior da Somália, para as quais ela e Nigel, seu amigo australiano raptado junto, foram levados ao longo daqueles 15 meses de cativeiro.
 Amanda é mostrada como uma pessoa de espírito realmente elevado. Sua confiança e otimismo a levaram a percorrer algumas das áreas mais perigosas do mundo, como o Iraque e o Afeganistão. Sua ambição em ser alguém na carreira de jornalista que ela inventou para si a levou para o lugar mais perigoso do mundo: a Somália. E lá ela conseguiu sobreviver por tanto tempo graças a uma capacidade impressionante de não desistir da vida e inventar maneiras de enxergar possibilidades boas diante de infortúnios terríveis. Jejuar para comer mais.
 Quando finalmente terminei de ler o livro, descobri que hoje Amanda é uma jovem de 36 anos que se tornou liderança, recebeu prêmios, deu discursos importantes e criou uma organização humanitária para ajudar justamente as crianças na Somália. Ela poderia ter se escondido em sua casinha, junto da família, para curar o estresse pós-traumático – e isso seria extremamente legítimo e provavelmente o que eu teria feito na mesma situação. Mas, não: ela foi curar o trauma tentando salvar, como uma gota num oceano, um dos países mais caóticos do planeta. Se isso não é ter um espírito elevado, eu não sei o que é. Ela ganhou uma fã. Bom, provavelmente, ganhou milhares de fãs, já que seu livro foi aclamado pela crítica e ficou entre os mais vendidos por um tempão. Amanda e Nigel depois de soltos, em 2009, muito mais magros. No cativeiro eles se converteram ao islã para tentarem ser mais bem tratados pelos sequestradores.


 Não se preocupem em pensar que estraguei a história: o fato de que Amanda foi sequestrada, ficou em cativeiro por 460 dias e depois foi libertada está até na orelha do livro. É a experiência de sobreviver a isso tudo o que tempera a história. É a forma como ela conta essa aventura íntima e particular que torna a leitura interessante. Tem muita coisa para acontecer nesses 15 meses, coisas que a gente nem imagina. Em vários momentos, fiquei tensa na minha cama, enquanto lia deitada, com o pescoço duro e o coração batendo acelerado. Isso é o efeito que uma história bem contada causa na gente. O que ficou de lição para mim com essa leitura é uma palavrinha que eu quase nunca uso: tenacidade. Os humanos são seres extremamente tenazes, ou capazes de serem, diante de circunstâncias inimagináveis. Se Amanda conseguiu se refugiar de torturas tão apavorantes apenas usando seu cérebro, nós, aqui, em situações muito menos árduas, certamente conseguimos também. Temos uma arma poderosíssima e ainda pouco explorada, que rege todos os nossos sentidos e sentimentos. O livro “My Stroke of Insight” já tinha me ensinado isso. “A Casa do Céu” reafirma o poder do cérebro diante de um problema muito diferente de um derrame. Um problema no campo social e político, não da saúde. Mas ambos usam o cérebro como escada para a sobrevivência. Que saibamos fazer isso mais e mais vezes, diante de problemas de todas as dimensões. A Casa do Céu Amanda Lindhout e Sara Corbett Tradução de Ivar Panazzolo Editora Novo Conceito, 2013 445 páginas De R$ 12,90 a R$ 39,90


quinta-feira, 8 de março de 2018

Drink do Guetto

Salve família, essas vão ser as premiações para os ganhadores da batalha do conhecimento.
As inscrições serão limitadas!!!
Vamos garantir ingressos antecipados pois além da batalha de mc's vai rolar muita música boa.
Ingressos antecipados R$10,00
Quem for batalhar só precisa pagar sua entrada pro evento e na mesma hora fazer a inscrição.
+Informações:992846401/993239779

Metal benéfico pra sua saúde

NOVO ESTUDO AFIRMA QUE OUVIR METAL É BENÉFICO PARA CÉREBRO HUMANO fonte wikimetal.com.br Cientistas australianos descobriram que g...