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terça-feira, 19 de março de 2013

Metal


Brutal Exuberância comemora repercussão deTerritório Perdido



Lançado em novembro de 2012, durante show da banda no festival Ferrock (Brasília), o CD Território Perdido tem rendido grandes alegrias à Brutal Exuberância, de Manaus.

Segundo o site Heavy Metal Brasil"A pegada destes caras é algo impressionante, executando um som que parece ter uma afinação de instrumentos mais baixa que o convencional, o que dá mais densidade e peso do que de costume." 
A resenha saiu semana passada no site mineiro - http://www.heavymetalbrasil.net/resenhas/brutal_exuberancia.htm

Território Perdido é o primeiro CD da banda nascida em 2004, e foi antecedido pelos demos Planeta Cobiçado (2006) e Guerra dos Mundos (2008).

Ouça a seguir a faixa-título:


O CD está à venda diretamente com a banda, além da Brasil Underground Distro. Em Belém, está a venda na Rock Store. E já há até exemplares disponíveis na França.

By BBC


Escolhido 'mensageiro', índio brasileiro aprende inglês em Nova York

Atualizado em  18 de março, 2013 - 05:26 (Brasília) 08:26 GMT

Player


Um ativista, líder indígena e cineasta está vivendo, por nove meses, um cotidiano muito distinto da sua realidade cotidiana - na cidade de Nova York.
Nilson Tuwe Huni Kui, de 29 anos, vem povo indígena Kaxinawá, também conhecido como Huni Kiu, de uma aldeia na região amazônica do Acre com apenas apenas 600 pessoas.
''Cheguei à cidade de Nova York diretamente da Floresta Amazônica ocidental brasileira. É uma viagem muito longa, chega primeiro sua matéria, você chega fisicamente supercansado. De um tempo que vai chegando seu espírito. Porque você vem muito rápido de avião, então seu espírito chega depois'', comenta.
Para chegar à aldeia de Nilson, é preciso realizar uma viagem de barco de cinco dias a partir da cidade mais próxima.
O jovem líder indígena está na metrópole americana para aprender inglês, e conta que o processo de adaptação tem sido complicado.
Depois de ter sido enviado para a cúpula Rio+20 em 2012, ele recebeu da ONG Tribal Link - associada ao Departamento de Informação Pública da ONU - e da Fundação Nataasha van Kampen a oportunidade de estudar em Nova York.

Choque

''Ao chegar aqui foi um choque, foi uma impressão muito forte. Primeiro, é uma cidade muito grande, com muita gente, de várias partes do mundo, que que falam línguas diferentes, que tem uma culinária diferente e, aqui, o clima é muito frio'', descreve.
Mas, a despeito das dificuldades iniciais, ele preza a experiência e o aprendizado.
''Eu sou filho de uma grande liderança, o meu pai é como se fosse o Obama lá da minha terra. Eu fui educado e escolhido como uma jovem liderança de meu povo, para ser um mensageiro. O meu sonho era poder aprender o inglês, divulgar a cultura do meu povo, conseguir mais parcerias.''
Ele se diz fascinado pela tecnologia e por imagens. ''Eu adoro a tecnologia e adoro trabalhar com filmagem. Através da tecnologia, você pode conhecer o mundo e pode fazer o mundo conhecer melhor o seu mundo. Eu gostaria muito, futuramente, de ser um profissional, na área do audiovisual, para ajudar o meu povo.''
Atualmente, ele prepara um documentário sobre tribos isoladas.
Produzido pela BBC por Anna Bressanin; imagens de Ilya Shnitser.

segunda-feira, 11 de março de 2013

C.A.O.S. Humanitário


Malo ni! 
Meu nome é Mikaele Maiava e estou escrevendo do arquipélago de Toquelau no Oceano Pacífico para pedir que você se junte a nós para enfrentar a indústria dos combustíveis fósseis.
Durante o último mês de outubro, a última das três ilhas que compõem o arquipélago de Toquelau desligou seus geradores a diesel. No lugar deles, ligamos nossas usinas de energia solar, fazendo de Toquelau o primeiro país do mundo com 100% de energia renovável. 
Nesse dia, eu acordei antes do sol nascer, empolgado porque Toquelau estava fazendo história. Toda a vila se dirigiu para o local onde foram instalados os mais de 100 painéis solares - nós podíamos ver que as pessoas se empenharam muito por esse projeto. Durante a contagem regressiva, eu podia sentir as gerações futuras sorrindo para nós e nos agradecendo. De repente, o futuro de nossas crianças pareceu promissor porque nossa geração teve a visão e fez o trabalho duro necessário para se livrar dos combustíveis fósseis adotando 100% de energia renovável. 
Você pode se perguntar porque nos preocupamos. Não estamos condenados a perder as nossas ilhas devido ao aumento do nível dos mares? Eu não o culpo, caso você pense assim - muito frequentemente a mídia global vitimiza as ilhas do Oceano Pacífico e nos retrata como irremediavelmente condenados a sucumbir ao aumento do nível dos mares. Mas a mídia global não sabe nada sobre quem nós realmente somos, sobre como é viver nestas ilhas paradisíacas que chamamos de lar. Ela não sabe que, como habitantes das ilhas do Pacífico, somos guerreiros e que a terra em que vivemos é parte de nós. 
Nós sabemos que quanto mais tempo a indústria dos combustíveis fósseis permanecer impune e as mudanças climáticas se agravarem, mais o aumento no nível dos mares ameaçará nossas casas, mas desistir de nossas ilhas não é uma opção. Não estamos nos afogando. Estamos lutando. 
É por isso que, em 2 de março, habitantes das ilhas do Pacífico em 13 diferentes nações se mobilizaram em locais importantes para executar nossos exclusivos desafios de guerra com músicas e danças. Lançamos um desafio à indústria de combustíveis fósseis. Será seu carvão e petróleo contra nosso futuro. Ambos não podem coexistir. E é nosso futuro que deve vencer.
Agora e durante os próximos anos, precisamos que você caminhe ao nosso lado porque vivemos longe das minas de carvão e usinas termoelétricas que nos ameaçam. No dia 9 de março e durante a semana seguinte, estamos pedindo a vocês - nossos amigos, irmãos e irmãs de todo o mundo - que espalhem as fotos de nossas ações para que estas sejam vistas e ouvidas onde você mora. Não compartilhe apenas por seus amigos e familiares, queremos que os políticos e a indústria de combustíveis fósseis as vejam. Eles precisam ver a feroz determinação e espírito de nosso povo; eles precisam ver a riqueza de nossas culturas; e precisam ver que são eles que devem recuar, não nós. 
Você está disposto e pronto para lutar conosco?
Fakafetai lahi.
Obrigado,
Mikaele Maiava
P.S. Você pode ver as ilhas dos Pacífico, como nós as vemos, aqui.
Como enviar suas fotos de solidariedade
Para enviar suas fotos, basta escrever um e-mail para photos@350.org e seguir as instruções abaixo:
  • Cada foto deve ser anexada individualmente e cada arquivo não deve ser maior que 3 MB.
  • Envie apenas uma foto por e-mail.
  • No campo reservado ao “assunto”, escreva a sua cidade e país.
  • No corpo do e-mail, você deverá explicar a sua foto. Escreva uma frase que resuma o seu evento e o que está acontecendo na foto.
  • Se você desejar dar créditos ao fotógrafo(a), inclua seu nome no corpo do e-mail.
  • Mande seu e-mail para photos@350.org
Confira também o nosso guia de como tirar a foto perfeita.
Todas as fotos enviadas e os relatos da ação poderão ser reproduzidos sob licença de Atribuição-Não-Comercial-Compartilhada 3.0.

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