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quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Só Papo Cast

 Confira a galera da Acorde Produções em bate papo leve e dinâmico, apresentam um Hub de produtos e serviços que atende a produções artísticas diversas.


quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Só Papo Cast - Alexandre Potência - Pablo Carvalho

Só Papo Cast

Hoje temos como convidados Alexandre Potência contando causos dos rodeios, falando um pouco do seu contato da música e por falar em música, do outro lado, Pablo Carvalho Guitarrista da Arcade Mastin.

Ouça e assista Pvhcaos.com.br / http://www.facebook.com/acordeprod

 #Ouça #Assista #Compartilhe


segunda-feira, 26 de março de 2018

Paralisação Transporte Público em Porto Velho - RO

Trabalhadores do transporte público de Porto Velho entraram em greve desde as primeiras horas da manhã desta segunda-feira (26).

Segundo informações, a categoria exige que o Prefeito cumpra a lei e retire os táxis compartilhados de circulação.

Diversos ônibus ficaram parados na Avenida 7 de Setembro, logo no início da paralisação. A greve é por tempo indeterminado. 

Houve confronto de taxistas e motoristas de ônibus. Veja o vídeo.





segunda-feira, 26 de maio de 2014

A cachaça de maconha febre no sertão


POR BRASIL
24/05/14
DANIEL CARVALHO, DE CABROBÓ (PE)


Encravado no “polígono da maconha”, região pernambucana famosa pela produção da erva em áreas irrigadas pelo rio São Francisco, o município de Cabrobó (a 531 km do Recife) vem se tornando conhecido por um “souvenir” peculiar: uma cachaça artesanal com raiz de maconha, a “Pitúconha”.

É fácil encontrá-la em bares e carrinhos que vendem espetinhos de carne.

Os interessados encontram o produto tanto em dose (R$ 1) como em garrafa.

Com o rótulo que se apropria da tradicional marca pernambucana de aguardente Pitú, essa caninha sai por R$ 30.

“Aguardente de cana adoçada com raiz de maconha”, informa, sem pudor, o rótulo da garrafa de 965 ml. “O Ministério do Transporte adverte: o perigo não é um jumento na estrada. O perigo é um burro no volante”, completa, em tom jocoso, o aviso da embalagem.

Cachaça de raiz de maconha, 'Pitúconha' é vendida como souvenir no sertão pernambucano
Conversarmos com um servidor municipal que, aos finais de semana, vende doses de cachaça de maconha em seu carrinho de churrasco.

Ele diz que algumas pessoas coletam as raízes que sobram das operações policiais de erradicação dos pés de maconha e vendem para os produtores de cachaça. Um saco de 30 kg sai a R$ 100.

O servidor, que vende a cachaça há cinco anos, afirma que chega a comercializar até seis garrafas por semana. “Já virou souvenir. Tem um pessoal do banco que compra de carrada. O pessoal tem muito interesse de conhecer. Houve até um leilão na capital. Saiu por R$ 200″, afirma.

ILEGAL

Segundo a Polícia Federal, ainda não há clareza sobre a situação legal da bebida. Perícia feita pela PF no ano passado indicou pequenas concentrações de THC (tetrahidrocanabinol), o princípio ativo da maconha, nas raízes.

Desde o início do ano, policiais federais e colaboradores que participam das operações de erradicação de plantações da droga foram proibidos de trazer e distribuir as raízes, que, ao contrário do restante da planta, não são incineradas.

“Se você for levar ao pé da letra, seria crime [a comercialização da raiz e, consequentemente, da bebida] porque tem o princípio ativo. Só que a concentração é baixíssima. É uma questão que ainda não se tem uma posição definida”, afirma Carlo Correia, chefe da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Polícia Federal em Pernambuco.

De acordo com o artigo 2º da lei 11.343/2006, “ficam proibidas, em todo o território nacional, as drogas, bem como o plantio, a cultura, a colheita e a exploração de vegetais e substratos dos quais possam ser extraídas ou produzidas drogas”.

A exceção é para autorizações legais e para o que estabelece a Convenção de Viena (1971) a respeito de plantas de uso “ritualístico-religioso”.

“A lei não especifica a quantidade de THC. A questão é de ordem prática: a concentração é muito pequena. Não existe uma repressão sistematizada até hoje”, diz o delegado.

Correia afirma que há quem peça raízes aos policiais para tratar dor na coluna, problemas de estômago e asma. “Não existe nenhuma comprovação científica de que a raiz de maconha tenha alguma função terapêutica”, diz o delegado.

PITÚ

Em nota enviada no final da tarde, a empresa pernambucana Pitú informou ter tomado conhecimento da bebida “Pitúconha” e “do uso indevido de sua marca”. “A Pitú tomará todas as medidas cabíveis contra a violação dos seus direitos de propriedade intelectual.”

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Espaço Avaaz


POR MAIL

































































pvh caos

Urgente: Quilombolas em risco!

Pedro Abramovay - Avaaz.org 26 de julho de 2012 16:56

Para: "pvhcaos@gmail.com"

Caros amigos do Brasil,




A comunidade quilombola do Rio dos Macacos está lutando contra o tempo. Em apenas algumas dias, uma ordem da justiça pode tirar a comunidade das terras em que vive há mais de 200 anos. Somente uma grande mobilização popular pode impedir que a pressão da Marinha prevaleça. Junte-se a essa luta agora, e a Avaaz e o defensor público que defende os quilombolas entregarão a petição diretamente para o juiz quando alcançarmos 50.000 assinaturas:

Em poucos dias, 200 anos de cultura tradicional podem ser extintos. A comunidade quilombola de Rio dos Macacos na Bahia pode ser expulsa de suas terras para a construção de uma base da Marinha. Mas a solução para o problema está a nosso alcance!


A Marinha do Brasil quer expandir a Base Naval de Aratu a todo custo, mesmo que tenha que devastar uma tradição centenária e expulsar os quilombolas da região. Os pareceres técnicos do governo já afirmaram que os quilombolas têm direito àquela terra, mas eles só têm validade se publicados -- e a lentidão da burocracia pode fazer com que o juiz do caso determine a remoção da comunidade antes que seu direito seja reconhecido. Eles estão com a faca no pescoço e nós podemos ajudar a vencer essa batalha se nos unirmos a essa causa!


Não temos tempo a perder! O juiz decidirá na segunda-feira se retira os quilombolas ou espera a publicação do parecer do governo. A defensoria pública nos disse que somente uma grande mobilização popular pode impedir que a pressão da Marinha prevaleça. Junte-se a essa luta agora, e a Avaaz e o defensor público que defende os quilombolas entregarão a petição diretamente para o juiz quando alcançarmos 50.000 assinaturas:


http://www.avaaz.org/po/urgente_quilombolas_em_risco_c/?bKivJcb&v=16624


De acordo com estudos, das três mil comunidades quilombolas que se estima haver no país, apenas 6% tiveram suas terras regularizadas. É um direito das comunidades remanescentes de escravos garantido pela Constituição, e responsabilidade do Poder Executivo emitir-lhes os títulos das terras. A cultura quilombola depende da terra para manter seu modo de vida tradicional e expulsar quilombolas dessas terras pode significar o fim de uma comunidade de 200 anos.


A comunidade do Rio dos Macacos tem até o dia 1º de agosto para sair do local e, após isso, sofrerá a remoção forçada. Entretanto, temos informações seguras que técnicos já elaboraram um parecer que reconhece o direito dos quilombolas, mas ele só tem validade quando for formalmente publicado e a comunidade corre o risco de ser expulsa nesse intervalo de tempo.


No caso do Rio dos Macacos, a pressão popular já funcionou uma vez, adiando a ação de despejo em 5 meses. Vamos nos juntar aos quilombolas e apelar para que o juiz da causa garanta a posse de terra dessa comunidade, e carimbe seu direito de viver em harmonia com suas terras. Assine a petição abaixo para impedir que a lentidão da burocracia acabe com uma comunidade tradicional:


http://www.avaaz.org/po/urgente_quilombolas_em_risco_c/?bKivJcb&v=16624


Cada vez mais temos visto que, quando nos unimos, movemos montanhas e derrotamos gigantes. Vamos nos unir mais uma vez para garantir o direito de terra da comunidade quilombola Rio dos Macacos e dar paz as famílias que moram no local. Juntos podemos alcançar justiça!


Com esperança e determinação,


Pedro, Luis, Diego, Carol, Alice, Ricken e toda a equipe da Avaaz




Mais informações:


Balanço 2011 das Terras Quilombolas da Comissão Pró-Índio de São Paulo
http://www.cpisp.org.br/email/balanco11/img/Balan%C3%A7oTerrasQuilombolas2011.pdf


'Os militares infernizam a nossa vida', diz quilombola sobre disputa por terra (Último Segundo)
http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/ba/2012-07-22/os-militares-infernizam-a-nossa-vida-diz-quilombola-sobre-disputa-por-terra.html


Rio dos Macacos é quilombo, diz Incra (Tribuna da Bahia)
http://www.tribunadabahia.com.br/news.php?idAtual=122017


Rio dos Macacos: Defensoria pede suspensão da retirada de moradores (Correio)
http://www.correio24horas.com.br/noticias/detalhes/detalhes-1/artigo/rio-dos-macacos-defensoria-pede-suspensao-da-retirada-de-moradores/
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quinta-feira, 21 de junho de 2012

Busca Amazônica



Em extinção, maior folha do mundo ainda é encontrada no Amazonas

Coccoloba tem cerca de 2,5 m de comprimento por 1,44 m de largura.
Pesquisador critica falta de incentivos para desenvolvimento de pesquisas.

Tiago Melo Do G1 AM

Árvore foi encontrada pela primeira vez em 1982, em Borba (Foto: Tiago Melo/G1 AM)
Árvore foi encontrada pela primeira vez em 1982,
em Borba (Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal)
Em uma expedição pela bacia do Rio Madeira, em plena Floresta Amazônica, o doutor especialista em florística e fitossociologia Carlos Alberto Cid Ferreira, encontrou uma de suas maiores paixões: a Coccoloba spp. (Polygonaceae), considerada pelo Guinness Book a maior folha dicotiledônea do mundo e que chega a ter 2,50 metros de comprimento por 1,44 metro de largura na fase adulta.
Considerado pela comunidade científica como o maior coletor de plantas herborizadas da Amazônia brasileira, Cid Ferreira comemora em 2012 trinta anos da viagem em que descobriu as folhas gigantes. O projeto intitulado 'Flora Amazônica' foi uma parceria entre o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e o Jardim Botânico de Nova York.
Segundo o pesquisador, a Coccoloba é um fenômeno da natureza. ”É incrível como uma planta que tem somente um caule lenhoso, consegue levar os nutrientes do solo até suas folhas e desenvolvê-las até chegarem a tamanha envergadura", afirmou o botânico. "Outro fator interessante é que ela trabalha durante vinte e quatro horas por dia. Diferentemente das plantas comuns, a Coccoloba armazena energia durante o dia e realiza a fotossíntese durante a noite também", declarou.

Folha da Coccoloba, exposta no Inpa, possui 2.50 m de comprimento (Foto: Tiago Melo/G1 AM)
Folha da Coccoloba, exposta no Inpa, possui
2.50m de comprimento (Foto: Tiago Melo/G1 AM)
Em busca da Coccoloba pela Amazônia
Depois do Projeto 'Flora Amazônica', o pesquisador passou a ter como uma de suas metas na carreira encontrar outros locais da Amazônia outras árvores com as folhas gigantes, como aconteceu em matas secundárias das margens do rio Canumã, afluente do rio Madeira. "Encontramos a Coccoloba no município de Borba no estado do Amazonas, distante 151 km de Manaus. Tiramos diversas fotos, mas na ocasião, não trouxe nenhum exemplar".
Mais tarde, em 1993, pesquisadores do INPA e do IBAMA, realizaram uma excursão à Flona do Jamarí (RO), onde foram coletadas, de uma único espécie, duas folhas que mediam respectivamente 2,50 m x 1,44 m e 2,10 m x 1,32 m.
Atualmente, estas amostras estão registradas e catalogadas no acervo do INPA, sendo uma incorporada ao acervo científico do herbário e outra na exposição cientifica permanente da Casa da Ciência.
O botânico contou ainda que possui sua própria coleção de folhas da Coccoloba. "Tenho cerca de sessenta folhas, armazenadas em casa, para estudo particular. Mas estou querendo me separar delas. Quero doá-las à alguma escola da rede pública ou para algum museu da cidade", afirmou. "Não sou um pesquisador ciumento", completou sorrindo o doutor especialista em florística e fitossociologia.

Árvore foi encontrada pela primeira vez em 1982, em Borba (Foto: Tiago Melo/G1 AM)
Árvore foi encontrada pela primeira vez em 1982, em Borba (Foto: Tiago Melo/G1 AM) Alerta para o Brasil
Para Cid Ferreira, o Brasil é o único país onde é possível encontrar a Coccoloba, porém teme que o avanço sem a devida preservação do meio ambiente na região amazônica pode colocar as folhas gigantes em risco. Como exemplo, ele cita o cenário que encontrou ao retornar à Flona do Jamarí, em 2010. "Devido à construção de estradas e ao desmatamento, algumas árvores foram perdidas e sobraram somente oito no local", declarou.
A burocracia do país e a falta de incentivos do Governo Federal, de acordo com o pesquisador, atrapalham para o incentivo à preservação da Coccaloba. "Em 2006, durante a Copa do Mundo na Alemanha, devido à toda essa burocracia no país, perdemos a oportunidade de conseguir um patrocínio da Brahma, que queria fazer uso da imagem da Coccoloba. Apesar de todas as minhas expedições e das dos outros botânicos que vieram antes de mim, conhecemos somente 2% da flora amazônica. Os indígenas são botânicos melhores que nós", completou.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Mostra Musical

Hoje, sexta feira (23), os apreciadores da boa música e influências experimentais, poderão desfrutar de uma oportunidade mais que única, diria DUCA, é a Mostra Rondoniense de Música Universitária. Acontece apartir das 18:00 hrs.

Compareça e prestigie!

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Banda Soda Acústica


Em clima de contagem regressiva para o show de lançamento do primeiro álbum da banda Soda Acústica, que acontecerá no próximo dia 01.08, no Mercado Cultural de Porto Velho, Rinaldo Santos, vocalista da banda, falou ao Blog Tá pra parir sobre suas experiências musicais, processos de criação, novidades do novo álbum, cenário musical brasileiro atual, entre outros assuntos. Confiram!













TÁ PRA PARIR: Quando começou sua relação com a música? Antes da Soda, você já trabalhava nesse ramo?
RINALDO SANTOS: Eu já toquei em algumas bandas em São Paulo, nada profissional.

TÁ PRA PARIR: A propósito, como surgiu a Banda?
RINALDO SANTOS: Surgiu na UNIR. Falávamos muito sobre música e literatura. Sabíamos que todos tocavam violão e resolvemos ensaiar pra ver se rolava alguma afinidade. Rolou.


TÁ PRA PARIR: Possui alguma formação na área musical? Qual?
RINALDO SANTOS: Eu sou autodidata. Sempre me interessei e corri atrás do conhecimento e da prática. Mas, já cheguei a iniciar o curso de graduação em Musicoterapia. Fiz dois períodos. Atualmente faço Licenciatura em Música pela UFRGS/UNIR.

TÁ PRA PARIR: Você compõe também, além de tocar? Como é o seu processo composição?
RINALDO SANTOS: Sim, componho. O meu processo de criação é bem irregular. Tenho períodos em que componho bastante e outros em que me esforço e... nada. É irregular também o modo como componho. Uma canção pode começar pela letra, pela melodia, pelo tema, pode vir de alguma idéia estética relacionada às outras artes, como pintura, escultura, cinema, etc.. Enfim, surge a vontade de fazer uma música e eu tento. Mais importante que tudo isso é fazer com disposição e encarar como um desafio, de encontrar novos caminhos, novas formas. Quando digo “novos”, são para mim mesmo. Não quero reinventar a pólvora, só quero descobrir, conhecer, ir até onde posso.

TÁ PRA PARIR: Em qual função artística você se considera mais maduro? Como compositor ou como intérprete? Por quê?
RINALDO SANTOS: Sou menos imaturo como compositor. Como intérprete, não consegui me encontrar, tenho sempre a impressão de que sou muito negligente, descuidado, sem muito comprometimento. Quanto a compor, sou muito mais exigente comigo.

TÁ PRA PARIR: Quais são suas perspectivas com a gravação do CD?
RINALDO SANTOS: Tenho a perspectiva de conseguir, através do CD, demonstrar que estamos dispostos a encarar desafios, de buscar novos modos de fazer música, de forma digna e franca. Queremos compartilhar, mostrar o que fizemos, e deixar uma insinuação do que podemos fazer.


TÁ PRA PARIR: A banda pretende realizar shows em outros Estados? Quais?
RINALDO SANTOS: Sim, pretendemos. Temos algumas apresentações agendadas no interior do estado. Gostaríamos de também tocar pela Região Norte. Temos alguns contatos com o Acre, vamos ver se dá certo.

TÁ PRA PARIR: O que o público pode esperar desse novo trabalho da Soda? Há novidades em relação ao repertório?
RINALDO SANTOS: Tem novidades. A maioria das músicas são as que já tocávamos nos shows, mas tem algumas novidades.

TÁ PRA PARIR: Como você classificaria a Soda, no cenário musical brasileiro?
RINALDO SANTOS: Acredito que estamos tentando compreender o momento de transição em que vive o mercado fonográfico e a realidade comercial da música. Sempre buscamos a autonomia criativa, sempre quisemos ser autênticos, e nunca tivemos sonhos quanto ao estrelato. Hoje, tudo fica mais claro, acredito que estamos indo na direção certa, mais realista, mais ajustada ao novo perfil de artista: o “artista independente”. Também não queremos ir ao extremo de acreditar que esse novo artista não precisa de uma produtora ou de uma gravadora. Acreditamos que o artista deve estar assessorado por uma equipe profissional, em que todos trabalham, cada um em sua área, tudo depende muito da oportunidade de trabalho. Temos que nos adaptar ao projeto, nos ajustar aos recursos.

TÁ PRA PARIR: Quais são suas influências musicais e de que forma elas influenciam no seu trabalho com a Soda?
RINALDO SANTOS: De um modo ou de outro, tudo me influencia. Não tem um artista em especial que eu siga sua influência, tem momentos, obras, etc., de todos eu sugo um pouco (muito).

TÁ PRA PARIR: Tens algum projeto ou trabalho artístico paralelo ao Projeto da Banda? Quais?
RINALDO SANTOS: Eu fiz alguns trabalhos na criação de trilhas sonoras de espetáculos de teatro, dança contemporânea, cinema. Já publiquei o livro de poesia “Embaraço Rapsódico” pela Editora da UNIR. Sou também, integrante da ACME, um coletivo de artistas, com vários trabalhos reconhecidos nacionalmente e também no âmbito internacional.

sábado, 11 de julho de 2009

Cultura e Arte - Jean Ricardo - TEMPERAMENTOS

Noite de Festa

Aconteceu ontem, dia 10 de julho as 20:00 hrs, a abertura oficial da Exposição TEMPERAMENTOS - do artista Jean Ricardo.
















Ânimos exaltados para apreciar a técnica adotada pelo artista, Têmpera..









A mostra conta com poesias e telas de Jean Ricardo que é o primeiro da lista desta mostra na Casa de Cultura, no espaço Cesar Licório.
A exposição segue até o dia 20 de julho








Casa de Cultura Ivan Marrocos
Carlos Gomes com Rogério Weber
Centro - Porto Velho








Prestigie!










Porto Velho Cultura e Arte Organizando o Social®

sábado, 4 de julho de 2009

PvhCAOS Visita

Em visita ao CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) - Sexta dia 03 de julho, a equipe da Web Rádio PvhCAOS foi convidada para expor as suas idéias e participar de um debate sobre a discriminação daqueles que sofrem de algum tipo de distúrbio e contudo, vivem com a mente em plena harmonia com o mundo.


quinta-feira, 2 de julho de 2009

Flor do Maracujá - I

Fim de Junho, começa a Flor do Maracujá, tradicional festa folclórica aqui do Estado de Rondônia
Além do eventual arraial e mostra dos bois bumbás, atrações a parte como Muro de Escalada, fazem a noite da galera mais atrativa. iniciativa da galera do Amazônia Adventure (www.amazoniadventure.com)







acesse pvhcaos.com.br
Porto Velho Cultura e Arte Organizando o Social - A primeira Web Rádio Rock da Capital de Rondônia. desde 09/2008

Poetas de Rondônia

Um papo com as mulheres do Norte Assista / watch P.p 0