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quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Só Papo Cast

 Confira a galera da Acorde Produções em bate papo leve e dinâmico, apresentam um Hub de produtos e serviços que atende a produções artísticas diversas.


sexta-feira, 28 de agosto de 2020

Sexta Live

 

O convite é por conta deles hoje


as 20:00 Hrs, no canal www.facebook.com/acordeprod e pela webradio www.pvhcaos.com.br

terça-feira, 11 de agosto de 2020

Fryday Night Live - Resistência HC

A live da Sexta foi com a Banda Resistência HC de Porto Velho RO. Unindo integrantes de bandas como Delinquentes da Humanidade em Caos - hardcore, Leão do Norte- reggae, fazem o que mais gostam, expressar seus pontos de vista através da música.
Você pode conhecer mais e ajudar a banda através do https://resistenciapvh.bandcamp.com/releases

 
 

quarta-feira, 10 de abril de 2019

Turnê em celebração ao Charlie Brown Jr.



Renata Nogueira
Do UOL, em São Paulo

Foram anunciadas hoje, no mesmo dia em que Chorão completaria 49 anos, as primeiras datas da turnê "Tamo Aí Na Atividade: Celebração ao Charlie Brown Jr." A banda, reunida por Alexandre Abrão, filho e herdeiro do cantor, rodará o Brasil com Marcão na guitarra, Heitor no baixo e Pinguim na bateria. Panda, vocalista do La Raza, acompanha a banda como mestre de cerimônias e outros vocalistas vão se alternar a cada show.

O anúncio foi feito à imprensa pouco antes de uma apresentação fechada para convidados em celebração ao projeto. O vocalista Mike Muir, do Suicidal Tendencies, grande influência de Chorão, veio a São Paulo especialmente para o show.

A banda já tem três datas confirmadas em São Paulo e no Rio de Janeiro. O show de estreia acontece no Espaço das Américas em 13 de julho, Dia Mundial do Rock, dentro da festa da Rádio Rock. No Rio, eles tocam no Engenhão em 27 de julho e no Rock in Rio, no Rock District, em 28 de setembro.

Depois, o "Tamo Aí Na Atividade: Celebração ao Charlie Brown Jr" passa ainda por Porto Alegre, Caxias do Sul, São José dos Campos, Belém, Salvador, Vitória, Curitiba, Londrina, Maringá, Belo Horizonte, Goiânia, Brasília, Fortaleza, Governador Valadares, Juiz de Fora, Cuiabá, Campo Grande, Florianópolis, São Luís e Ribeirão Preto.

Santos, cidade que é berço da banda, terá um show especial ainda sem data definida. A ideia é que a banda se apresente gratuitamente na praia nos moldes de "Rolling Stones em Copacabana", segundo Alexandre Abrão, filho de Chorão. Os shows devem rolar durante todo o segundo semestre de 2019 e se estender até 2020. Datas e locais serão confirmados pouco a pouco.

A estreia do projeto aconteceu em 25 de janeiro no Vale do Anhangabaú, durante as comemorações do aniversário da cidade de São Paulo. Na ocasião Panda, da banda La Raza, Di Ferrero, Projota e Supla se dividiram nos vocais dos hits do Charlie Brown Jr. Dinho Ouro Preto, do Capital Inicial, e Digão, dos Raimundos, também tinham sido convidados, mas preferiram não participar da homenagem.

O Charlie Brown Júnior acabou em 2013 depois da trágica morte de Chorão por overdose. Seis meses depois da morte do vocalista, o baixista Champignon se suicidou. Batizado com o mesmo nome do sexto álbum de estúdio do Charlie Brown Jr., "Tamo Aí Na Atividade" nasceu em 2014 como um festival em memória a Chorão e Champignon. Cinco anos depois, o projeto vira uma turnê reunindo alguns dos antigos integrantes e também convidados que tiveram alguma relação com a banda no passado.

segunda-feira, 11 de março de 2019

Whiplash

Red Hot Chili Peppers: show na pirâmide do Egito será transmitido na internet


Red Hot Chili Peppers anunciou que seu show na Grande Pirâmide de Gizé, no Egito, nesta sexta-feira (15), será transmitido pela internet. Será possível acompanhar a apresentação por meio do site oficial da banda, bem como em seu canal no YouTube, a partir das 15h, no horário de Brasília.
94 acessos
Por meio do player a seguir, será possível conferir, diretamente, o show pelo YouTube:
youtube player
Inscreva-se no Whiplash.Net no YouTube
O show dos Chili Peppers no local marcará, também, a primeira apresentação da banda no Egito como um todo. O quarteto não será a primeira atração musical a fazer uma performance na Grande Pirâmide de Gizé: nomes como Grateful Dead, Sting e Yanni também já tocaram por lá.
A Grande Pirâmide de Gizé é uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo, sendo a única a permanecer intacta até os dias de hoje.

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

blog da kikacastro


‘Infiltrado na Klan’: uma história que precisa ser contada e recontada

por Cristina Moreno de Castro
Vale a pena assistir: INFILTRADO NA KLAN (BlacKkKlansman)Nota 10
No Festival de Cannes, um dos mais importantes do cinema mundial. este filme de Spike Lee recebeu seis minutos ininterruptos de aplausos e venceu o Grande Prêmio do Júri. Não foi à toa e prevejo muitos outros prêmios mais adiante, incluindo o Oscar. "Infiltrado na Klan" já é um clássico. Com ele, Spike Lee, que já tem 82 trabalhos no currículo, atingiu seu ápice.
Estamos falando, primeiro, de uma história sensacional, baseada em fatos reais: um policial negro (e blackpower) que se infiltra (com a ajuda do parceiro, judeu) na Ku Klux Klan, em plenos anos 70. Esse policial é Ron Stallworth, que escreveu um livro de memórias contando a história em 2014. O livro foi parar nas mãos de Spike Lee, que não tinha como perder um plot desses e foi em frente na direção.
Estamos falando, ainda, de uma condução excepcional para o que tinha tudo para ser um tema árduo, pesado, difícil. Afinal, trata-se da Ku Klux Klan, uma organização assumidamente racista e antissemita, que prega a superioridade da raça branca e o extermínio de negros. O filme foi lançado um ano depois do massacre de Charlottesville, que demonstrou a força do KKK ainda hoje nos Estados Unidos (talvez mais forte do que nunca, com Donald Trump no poder). Spike Lee usou cenas de Charlottesville para enriquecer o discurso. Mas, apesar disso tudo, e de todas aquelas frases racistas nojentas que são disparadas a cada dois minutos, que nos deixam enojados do lado de cá, não se trata de um filme para ficar sério, tenso, para chorar. Porque Spike Lee é inteligente e sabe como ninguém usar o humor para falar de assuntos árduos. Sabe que o humor é uma ferramenta que enriquece, e não empobrece, como muitos pensam. O humor do filme é inteligente, refinado, sutil. E o roteiro equilibra o trágico no cômico como poucos filmes sabem fazer.
Um dos grandes responsáveis por esse humor é o ator que interpreta o policial Ron Stallworth. E é um ator novato, mas que teve a melhor escola: John David Washington, filho do grande Denzel Washington – que já tinha trabalhado em quatro filmes de Spike Lee. John está sensacional. Leve, cínico, corajoso e bem-humorado, como o Ron real deve ter sido, pra conseguir esse feito de se infiltrar na KKK sendo negro. E de tapear um político que era o supremo diretor da organização e que até hoje exerce liderança na ultradireita americana: David Duke (interpretado pelo também ótimo Topher Grace). O elenco ainda tem o excelente Adam Driver, o veterano Robert John Burke, o pastelão Paul Walter Hauser e o ótimo ator finlandês Jasper Pääkkönen, um dos responsáveis por fazer nosso sangue subir aos olhos em relação ao racismo explícito da KKK.
OK, já temos aí uma história real sensacional, na qual se baseou o roteiro super bem-elaborado, com personagens interpretados por grandes atores (muito jovens, aliás). Tudo sob a batuta do diretor ousado na medida certa pra falar de uma bandeira que já é "velha" nos Estados Unidos, mas parece nunca ser tão necessária (ou parece nunca ser suficiente). No Brasil também, diga-se de passagem. Pra melhorar, temos uma câmera cheia de cortes modernos, temos uma edição que dá ritmo fabuloso à história, principalmente a partir da segunda metade do filme, temos uma trilha de primeira, cheia de soul. É já um clássico, como eu disse.
Pena não ter sido lançado antes das eleições no Brasil, porque os brasileiros estão precisando de relembrar alguns dos momentos mais cruéis da história da humanidade, a fim de que não se repitam por aqui. Agora já era. Vale lembrar: David Duke, o ex-chefão da KKK, personagem deste filme e deste episódio real dos anos 70, foi um dos que elogiaram, em outubro, Jair Bolsonaro, então candidato à presidência do Brasil. É a história engolindo a história engolindo a história...

trailer do filme:


segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Metal benéfico pra sua saúde

NOVO ESTUDO AFIRMA QUE OUVIR METAL É BENÉFICO PARA CÉREBRO HUMANO

fonte wikimetal.com.br
Novo estudo afirma que ouvir Metal é benéfico para cérebro humano

Cientistas australianos descobriram que gênero musical diminui nível de estresse

Um estudo da Universidade da Austrália, publicado em uma edição recente do Jornal da Comunidade de Psicologia, sugere que os fãs de Metal são calmos — oposto do que é dito pelo o senso comum. A descoberta foi apontada pela versão australiana da Noisey.
Escrito pelos psicólogos australianos Paula Rowe e Bernard Guerin, a pesquisa intitulada “Contextualizing the Mental Health of Metal Youth: A Community for Social Protection, Identity, and Musical Empowerment” (“Contextualizando a Saúde Mental da Juventude do Metal: Uma Comunidade para Proteção Social, Identidade e Empoderamento Musical”, em tradução livre) teve 28 fãs de Metal da Austrália entrevistados, sendo 23 homens e cinco mulheres. Baseados nas discussões, os pesquisadores descobriram que a identidade metaleira e a comunidade da música os ajudaram a prevenir problemas de saúde mental.
CONCURSO CULTURAL WIKIMETAL: PARTICIPE E GANHE UM KIT DAS MAIORES BANDAS DE METAL
Na pesquisa, Rowe e Guerin apontaram quatro fatores que conectam o perfil mental dos entrevistados: sofrer bullying na escola; sentir que a música ajudava a diminuir a raiva; ter um sentimento de comunidade, online ou offline; dizer que as identidades metaleiras os ajudavam a afastar os problemas e a se conectar com outros fãs.
Na conclusão, disseram: “Ao falar repetida e diretamente com jovens fãs de metal, foi descoberto que as identidades musicais os ajudam a superar o estresse de ambientes desafiadores e a construir personalidades e comunidades fortes, o que diminui o potencial de desenvolvimento de problemas mentais.”
Apesar da amostra utilizada por Rowe e Guerin ser pequena e, por isso, o estudo não poder ser classificado como “definitivo”, é um bom sinal para os fãs de Metal. Você pode ler a pesquisa na íntegra, em inglês, aqui.

sábado, 6 de outubro de 2018

Desabafo

A sacanagem continua

fnte : http://www.tse.jus.br/o-tse/escola-judiciaria-eleitoral/publicacoes/revistas-da-eje/artigos/revista-eletronica-eje-n.-4-ano-3/voto-nulo-e-novas-eleicoes


É importante que o eleitor tenha consciência de que, votando nulo, não obterá nenhum efeito diferente da desconsideração de seu voto. Isso mesmo: os votos nulos e brancos não entram no cômputo dos votos, servindo, quando muito, para fins de estatística. 

O Tribunal Superior Eleitoral, utilizando a doutrina de Said Farhat3, esclarece que “Votos nulos são como se não existissem: não são válidos para fim algum. Nem mesmo para determinar o quociente eleitoral da circunscrição ou, nas votações no Congresso, para se verificar a presença na Casa ou comissão do quorum requerido para validar as decisões4.”.


quarta-feira, 25 de julho de 2018

Almoço com Jimi

Aqui o almoço é com o Rei da guitarra elétrica, Jimi Hendrix.
Puxe sua cadeira ligue a guitarra e delicie-se com o melhor.
diariamente, Almoço com Jimi só aqui na Porto Velho Caos - aonde toca música de verdade


quinta-feira, 12 de outubro de 2017

domingo, 8 de dezembro de 2013

Festejo Beradero - Ano 2

Coletivo CAOS apresenta programação com cultura, papo sobre meio ambiente, exposição de vídeos e mais, encerramento no sábado dia 14 de dezembro com Elisa Maia direto de Manaus e o famigerado GOG entre outras atrações locais. Acompanhe via nosso Facebook Webradio Pvhcaos.

Lembrando que será arrecadado no local alimentos para doações a demais entidades beneficentes - ENTRADA GRATUITA NO CLUBE DA OAB - Av Rio de Janeiro.

Poetas de Rondônia

Um papo com as mulheres do Norte Assista / watch P.p 0