Pvhcaos - AO VIVO

sábado, 28 de janeiro de 2012

Entretenimento


MTV Furo Nos Estados: Rondônia Data:28/10/2011
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Furo Nos Estados, quadro do Furo MTV que a cada terça-feira traz fatos relevantes e notícias recentes de um estado brasileiro.









Fonte: Saibaqui.com

Cultura

Stevie Wonder e Christina Aguilera cantam em memória a Etta James

 

Cerimônia ocorreu neste sábado em uma igreja de Los Angeles e foi vista por centenas de pessoas

iG São Paulo com AP

 


Stevie Wonder e Christina Aguilera cantaram músicas em homenagem a Etta James durante o funeral da cantora, ocorrido neste sábado em Los Angeles.
Uma das maiores vozes da história do jazz e do blues, Etta James morreu em 20 de janeiro, aos 73 anos, vítima de leucemia. Também sofria de mal de Alzheimer, tinha problemas nos rins e, desde 2010, havia passado por várias internações por conta de complicações de saúde.

A cerimônia foi realizada em uma igreja da cidade norte-americana e foi presenciada por centenas de pessoas.


Wonder fez uma rápida apresentação com o coral da igreja, com a faixa "Shelter in the Rain". Aguilera cantou a música "At Last", um dos maiores sucessos de James.

O reverendo Al Sharpton afirmou que James deve ser lembrada como uma mulher e artista que "transformou sua dor em força". Ele ainda elogiou o talento vocal da cantora e sua coragem em quebrar barreiras raciais e culturais.

O religioso abriu seu depoimento lendo uma carta do presidente Barack Obama - o casal Obama dançou a música "At Last" na noite da posse do presidente.

 

By BBC...

Para 'Economist', Brasil precisa de leis mais duras contra racismo

 

A revista britânica The Economist defende a introdução de leis mais duras no Brasil para combater o racismo.
Em uma reportagem sobre o racismo e a situação dos negros no país, a revista diz que "a questão que o Brasil enfrenta hoje é se o melhor jeito de retificar o legado escravocrata é dar direitos extras aos negros e mulatos".

Segundo a Economist, essa opção, defendida pelo governo e por ativistas, é válida, mas traz riscos, como a promoção das políticas de divisão racial.
"Uma combinação de leis mais duras contra o racismo e cotas para a educação superior para compensar o fraco sistema público educacional pode ser uma melhor opção", afirma a revista.



Raízes

A abrangência da escravidão no Brasil e como o país parece insistir em esquecer sua história são citados como raízes do racismo no país.
"A perversidade da escravidão, o atraso na abolição e o fato de nada ter sido feito para transformar ex-escravos em cidadãos... tudo isso tem um impacto profundo na sociedade brasileira", afirma o texto.
A revista cita números do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) que comprovam essa desigualdade, como o fato de mais de metade dos moradores de favelas cariocas serem negros, enquanto em bairros mais ricos, esse percentual não passa de 7%.
A questão da classe no Brasil também é tratada pela Economist, que afirma que os brasileiros argumentam há muito tempo que os negros são pobres somente porque estão na base da pirâmide social - em outras palavras, que a sociedade no país é estratificada por classe e não por raça.

Cotas

A revista entra na polêmica das cotas para negros, apresentando os dois principais argumentos sobre o tema.
De um lado, ativistas ouvidos pela publicação dizem que o legado da escravidão, que se traduz em injustiça e desigualdade, só pode ser revertido com políticas de ações afirmativas, nos moldes do que acontece nos Estados Unidos.
Além da manutenção do sistema de cotas em universidades, segundo a Economist, discute-se a introdução de políticas de contratação levando em conta a diversidade racial.
Já opositores a esse tipo de medidas afirmam que a história das relações raciais no país é muito diferente da americana e que esse tipo de política apenas criaria novos problemas raciais.
"Importar o estilo americano de ações afirmativas cria o risco de forçar os brasileiros a se colocarem em categorias estritamente raciais, em vez de em alguma categoria diferente", diz a publicação, citando o antropólogo britânico naturalizado brasileiro Peter Fry.

 

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Crueldade animal pela moda

É tema de manifestação durante SPFW, que começa nesta quinta.

 

Diversos casos de crueldade com animais têm repercutido na imprensa e nas redes sociais nos últimos meses – um filhote de cachorro enterrado vivo, um yorkshire espancado até a morte, dezenas cães e gatos mortos e ensacados –, e o assunto voltará à tona durante o São Paulo Fashion Week, principal evento de moda do país, que começa nesta quinta-feira (19) na capital paulista.

Coelhos e raposas produzidos com isopor reciclável farão parte de uma intervenção comandada por artistas plásticos na entrada do evento, no prédio da Bienal, durante o fim de semana, com o objetivo de conscientizar o público contra o uso de peles, couro e penas em desfiles e editoriais de moda. “Não tem nenhuma diferença [a crueldade com animais domésticos daquela para a extração do couro]”, disse em entrevista ao UOL Adriana Pierin, ativista do Move Institute, responsável pela ação durante o São Paulo Fashion Week há quatro temporadas. “As pessoas muitas vezes não sabem que suas carteiras, bolsas e pulseiras são feitas de couro. Fotógrafos, editores de moda e maquiadores acabam sendo cúmplices desta alienação e da divulgação de peças que utilizam produto animal”, completou.


 

 

 

 

 

 

O fato de as passarelas desta edição mostrarem as coleções para o próximo inverno dá mais pano para a manga da discussão por uma moda ética, já que o Brasil tem um importante fator a seu favor: o clima. “É um país tropical. Não temos a necessidade de usar roupas de origem animal. O uso de pele nem deveria ser um assunto sobre o qual temos de pensar”, disse a consultora de moda Chiara Gadaleta, criadora do site Ser Sustentável com Estilo.


Chiara acredita que o ponto principal deste debate é apresentar soluções alternativas aos produtos de origem animal. A sua preferida são as tramas de tricô. “Temos trabalhos artesanais criativos e muito bonitos. Sinto que no São Paulo Fashion Week estão começando a prestar mais atenção nessas peças feitas à mão. Vi muito disso já nos desfiles do Fashion Rio e Fashion Business”, comentou ela. Há também as versões sintéticas que imitam couros
de diferentes origens e até técnicas de serigrafia criadas para substituir peixes ou crocodilos.


 
Certificados

Uma questão polêmica mesmo entre os defensores da moda livre de crueldade é a certificação de couros e peles. Marcas como a carioca Osklen, por meio do Instituto E, promovem o uso de materiais como o couro de tilápia ou de dourado como alternativas ecológicas ao produto bovino.

 

Seja um fashionista consciente

Procure saber de onde vieram as peças que vai comprar
Evite comprar produtos de origem animal
Use alternativas como as peças artesanais de tricô e crochê
Dê preferência às roupas produzidas no BrasilCobre suas marcas favoritas por opções ecológicas e incentive as que já aderiram à moda                           

 

Raio-X da indústria da pele

Materiais: couro (vacas, porcos, cangurus, bodes e ovelhas), pele (castores, chinchilas, coelhos, cães, gatos, lobos, minks, raposas, focas e ursos) e exótico (cobras, lagartos e crocodilos)
Estima-se que 85% da pele usada na indústria da moda venha de animais confinados
Entre os métodos usados para abater os animais estão sufocamento, eletrocussão, intoxicação por gás e envenenamento
É comum a pele ser retirada com os animais ainda vivos sem anestesia
Produtos tóxicos são usados na transformação da pele do animal em couro

Dados da ONG People For The Ethical Treatment of Animals (Peta)
 
         

Fonte: FERNANDA SCHIMIDT
Do UOL


PvhCAOS - Tratando bem dos bichinhos.....

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

INFO - Entenda o projeto de lei dos EUA que motiva protestos de sites


Dois projetos de lei, o Stop Online Piracy Act" (pare com a pirataria on-line, em tradução), conhecido como SOPA, que está no Congresso norte-americano, e "Protect IP Act" (ato para proteção do IP), chamado de PIPA, que está no Senado, provocaram manifestações e interrupções de serviços de sites importantes como Google, Wikipedia e Craigslist nesta quarta-feira (18).


A PIPA será votada pelo Senado norte-americano no dia 24 de janeiro.


Os projetos de lei querem combater a pirataria de conteúdo na internet e tem apoio de emissoras de TV, gravadoras de músicas, estúdios de cinema e editoras de livros, que se sentem lesadas com a livre distribuição de filmes e músicas na web, principalmente em servidores internacionais. Disney, Universal, Paramount, Sony e Warner Bros. apoiam os projetos.

A proposta é ter penas de até cinco anos de prisão para os condenados por compartilhar conteúdo pirata por dez ou mais vezes ao longo de seis meses. Os sites como Google e Facebook, por exemplo, também poderiam ser punidos pela acusação de "permitir ou facilitar" a pirataria. A pena seria o encerramento dos serviços e banimento de provedores de internet, sistemas de pagamento e anunciantes em nível internacional.

Pela lei, qualquer site pode ser fechado apenas por ter conexão com outro site suspeito de pirataria a pedido do governo dos EUA ou dos geradores de conteúdo. Ferramentas de busca como o Google, por exemplo, teriam que remover dos resultados das pesquisas endereços que compartilhem conteúdo pirata, correndo o risco de punição.

Já empresas de tecnologia como Google, Facebook, Wikipedia, Craigslist, WordPress, entre outros, são contra os projetos de lei, alegando que, caso aprovados, eles teriam menos liberdade da internet e dão poderes em excesso para quem quiser tirar os endereços do ar, prejudicando o funcionamento da web em todo o mundo.
 




Casa Branca é contra

Embora a Sopa e a Pipa tenha apoio de empresas de peso da indústria, a Casa Branca se manifestou conta os projetos, afirmando que eles podem acabar com a liberdade de expressão na internet. Sem o apoio, os projetos podem sofrer modificações ou até serem diluídos no Congresso e no Senado dos Estados Unidos.


Em mensagem publicada em seu blog, a Casa Branca afirmou que não pode apoiar "um projeto de lei que reduz a liberdade de expressão, amplia os riscos de segurança na computação ou solapa o dinamismo e inovação da internet global".




Fonte: G1, São Paulo





PvhCAOS - Poder para o Povo

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Rock - Molho Negro

No começo da tarde deste domingo, a nova banda paraense Molho Negro liberou para download em seu site http://www.molhonegro.com/ a íntegra do primeiro EP, Rock! (por ora, é basicamente isto que tem na página, link pra baixar o som, mais pras páginas do grupo no Facebook, Twitter e YouTube - embora não haja ainda vídeos no canal -, e os contatos da banda).

Uma coisa já de cara me agrada no disco do Molho Negro, antes mesmo de ouvir o som (do qual gostei, quero que conste nos autos :). É um lançamento de gente sintonizada com seu tempo. João Lemos (guitarras e voz) e Augusto Oliveira (bateria e voz) gravaram os sons em 6 dias em Goiânia (ficaram de 17 a 23 de dezembro de 2011 no mítico estúdio RockLab, com produção dos bam-bam-bãs Gustavo Vazquez e Luis Maldonalle). De volta a Belém, só esperaram passar o período de festas (Natal, Ano Novo) e já lançaram o EP, menos de um mês do início das gravações! Eu sou super a favor disso: gravou, lança logo! Revoguem-se as ensebações em contrário.

A página do Molho Negro no Facebook - https://www.facebook.com/pages/Molho-Negro/166183770152983?sk=info - informa que Raony Pinheiro também faz parte hoje da banda, criada em agosto de 2011 para se dedicar ao gênero garage rock, tendo como referências Hellacopters, The Vines e Weeze, entre outros.

Logo depois da disponibilização do EP, Diego Fadul, guitarrista da banda Aeroplano, comentou no Facebook (também comentaram Ariel Andrade, do SIM, e o próprio João Lemos):


O link da postagem no Som do Norte é http://somdonorte.blogspot.com/2012/01/central-de-abastecimento-rock-molho.html



o link para baixar o EP, que é http://www.4shared.com/rar/rVGgSloR/Molho_Negro_-_Rock__EP_2012_.html?
Fonte: Som do Norte - Diego Atie Fadul 





PvhCAOS - mexe mexe mexe meeeeexe...........

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Extreme

Conheça aeroportos perigosos e assustadores pelo mundo

O site da revista National Geographic listou os sete aeroportos mais extremos do planeta











Às vezes, algumas pistas para lá de assustadoras podem dar um toque extra de adrenalina ao seu vôo. Pense, por exemplo, numa pista toda de gelo. Ou num pouso bem no meio de montanhas das mais altas do mundo. Ou, ainda, numa praia. O site da revista National Geographic listou os sete aeroportos mais extremos do planeta. Confira:

Pista de gelo da base Mc Murdo, Antártida Aviões C-17

Passageiros bem agasalhados aterrissam na ponta sul da ilha de Ross, na Antártida, para chegar à base americana de Mc Murdo. A pista é usada apenas durante a primavera, após os meses de inverno e seu clima que impede os voos, e antes que o gelo derreta durante os meses de verão, época na qual aviões usam outras pistas próximas.

Saba, Antilhas holandesas
Saba é uma pequena ilha das Antilhas holandesas com apenas 13 km² coberta em boa parte por montanhas com casinhas onde vivem seus 1200 habitantes. A pista de aterrissagem do aeroporto Juancho Yrausquin é extremamente curta, e está situada sobre uma ponta rochosa cercada por falésias, deixando uma margem de erro quase inexistente. Obviamente, apenas aviões de pequeno porte podem aterrissar na ilha.

Aeroporto de Paro, Butão
Encravado nas montanhas do Himalaia, entre a Índia e a China, o pequeno reino do Butão tem como único aeroporto o da cidade de Paro. A 60 km da capital, Thimbu, o aeroporto desafia os oito pilotos autorizados a pousar em sua pista com a dificuldade de passar em meio aos picos de mais de 6 mil metros de altura.

Matekane Airstrip, Lesoto
A pista de Matekane é considerada como uma das mais assustadoras do mundo: após acelerar por 400 metros, os aviões decolam de um penhasco de 600 metros de altura, voando sobre as montanhas do Lesoto. O pequeno país, cercado pela África do Sul, tem boa parte de seus 30 mil km² dominados por paisagens montanhosas, com poucos espaços planos para aterrissagens e decolagens.

Aeroporto de Svalbard, Noruega
A meio caminho entre a Noruega continental e o Polo Norte, o arquipélago de Svalbard tem como ilha principal a ilha de Spitzberg. O aeroporto de Svalbard, situado perto da cidade de Longyearbyen, é o aeroporto comercial mais ao norte em todo o planeta, e tem voos diários desde Oslo e Tromse.

Aeroporto de Courchevel, França
Courchevel é uma das estações de esqui mais badaladas dos Alpes franceses. No entanto, a pista de seu aeroporto, com apenas 520 metros de extensão que desembocam em uma altura de mais de 2 mil metros, é uma das mais perigosas do planeta. Decolagens e pousos, apesar de assustadoras, dão aos passageiros uma bela vista sobre as montanhas nevadas da região.

Aeroporto de Barra, Escócia
Situado na baía de Traigh Mhor, o aeroporto da ilha escocesa de Barra, no arquipélago das Hébridas, tem a particularidade de ser o único do mundo a operar sobre a areia de uma praia. Além de verificar as condições meteorológicas (muitas vezes complicadas na região), os pilotos também devem verificar o estado das marés antes de decolar ou pousar em Barra.


Fonte: terra.com.br



PvhCAOS - Voando Alto......

Bio News

Pesquisa usa peixe-elétrico para indicar poluição da água na Amazônia

Alteração na qualidade da água interfere na descarga elétrica de espécies.



Projeto desenvolvido por pesquisadores brasileiros conta com a ajuda de peixes-elétricos (Gymnotiformes) para identificar possíveis alterações na qualidade da água dos rios amazônicos, tornando estas espécies em mais uma ferramenta de prevenção a alterações ambientais no bioma.

O motivo é que possíveis mudanças nos locais classificados como habitat destas espécies afetariam as descargas elétricas emitidas por eles.

O estudo, desenvolvido por especialistas do Instituto Chico Mendes (ICMBio) e do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), é realizado em duas unidades de conservação federais de Roraima, localizadas na bacia do Rio Branco.

De acordo com Romério Briglia Ferreira, analista ambiental e autor do projeto, em conjunto com o pesquisador José Alves Gomes, do Inpa, é a primeira vez que especialistas em ambiente aquático estiveram na região, compreendida pelo Parque Nacional Serra da Mocidade e pela Estação Ecológica de Niquiá. Eles aproveitaram ainda para coletar informações sobre os tipos de peixes existentes nos rios da região.
“Em Roraima existem dois processos importantes que impactam a qualidade da água. Um deles é o cultivo de arroz e o outro é o cultivo de peixes, como o tambaqui, em cativeiro. Isso acarretaria em modificações nas águas e resultam em assoreamento dos rios (elevação dos níveis de terra no fundo das bacias hidrográficas devido à erosão)”, diz.

“Os peixes-elétricos utilizam as correntes elétricas (de cerca de 1 volt) para localização, comunicação e também para reprodução. Se a qualidade da água sofrer alteração, o comportamento deles também se altera”, complementa.

Levantamento
De acordo com o pesquisador, com a ajuda de um equipamento foram gravadas 191 descargas elétrica de aproximadamente dez diferentes espécies de peixes da ordem Gymnotiformes.

As correntes serão testadas e comparadas com as de outros peixes que vivem na região do Rio Negro, foco de pesquisa do Inpa.
A partir dos resultados, serão realizadas outras duas excursões de pesquisadores às unidades de conservação de Roraima e, possivelmente, a criação de um grupo que vai debater a forma de manejo para essas áreas.

Possível descoberta
Durante a primeira busca por indicadores dos peixes-elétricos, verificou-se a existência de espécies endêmicas (que só existem naquele local) e novas análises podem indicar a possível descoberta de duas novas espécies.

O processo de identificação deve levar até três anos. “Podem ser duas novas espécies, mas é apenas uma possibilidade. Estamos estudando ainda”, afirma o analista do ICMBio.

Fonte: g1-globo.com





PvhCAOS - salvem a amazônia, salvem a humanidade

Metal benéfico pra sua saúde

NOVO ESTUDO AFIRMA QUE OUVIR METAL É BENÉFICO PARA CÉREBRO HUMANO fonte wikimetal.com.br Cientistas australianos descobriram que g...